
A falta que faz amar, é sufocante
Sufoca a alma
Atrasa.
É como beber água, sem ter sede.
É sede. Sede de sensações.
Sensações, estações.
Das estações, essa é o outono.
As folhas caem, só caem. Ninguém pode segurá-las.
O vento ajuda, e o sol é apenas telespectador.
A árvore, é o corpo.
Corpo pesado. Pesado de viver.
As raízes partiram-se, e a água...
Ah, a água... Para onde foi?
Dessa vez sente-se sede.
Dessa vez ela está em falta.
Falta amar. Falta água também.
Compartilho de tal falta de sentimento.
ResponderExcluirMuito legal o texto manda, o jogo de palavras, Gostei bastante.
ResponderExcluirQue coisa mais linda.
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